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Podem os robôs deixar-nos no desemprego?

POSTED BY: TdQ | Qua, 17/12/2014 - 13:41

Computadores que ocupam o lugar de jornalistas já são uma realidade. E o trabalho dos RP, também está em risco? Bem-vindo ao futuro.

Em Março deste ano o “robô-jornalismo” tornou-se realidade, quando o LA Times publicou online uma notícia sobre um terramoto na Califórnia, apenas três minutos depois de este ter acontecido. O texto foi este:

“A shallow magnitude 4.7 earthquake was reported Monday morning five miles from Westwood, California, according to the U.S. Geological Survey. The temblor occurred at 6:25 a.m. Pacific time at a depth of 5.0 miles.
According to the USGS, the epicenter was six miles from Beverly Hills, California, seven miles from Universal City, California, seven miles from Santa Monica, California and 348 miles from Sacramento, California. In the past ten days, there have been no earthquakes magnitude 3.0 and greater centered nearby.
This information comes from the USGS Earthquake Notification Service and this post was created by an algorithm written by the author.”

Assustador? Pois é, mas é o mundo em que vivemos.

E se isto é possível em 2014, então o que nos espera em 2015? E em 2020? Podemos já começar a pensar na reforma? Os mais cépticos dirão que “não! claro que não.” Que é impossível um qualquer algoritmo fazer o trabalho de um ser humano. Bom, que o faça da mesma forma ou com a mesma criatividade, talvez seja impossível, sim. Mas uma coisa é certa, o mundo mudou e o caminho é por aqui.

Por isso, o mais importante é meter na cabeça que teremos eventualmente de nos adaptar. O que significa investir no nosso trabalho, e fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para ser melhor todos os dias. Acompanhar as tendências e adquirir novas competências. Fazer perguntas, procurar respostas, e desafiar a maneira “normal” de pensar nas coisas.

É este o desafio para 2015, actualize-se! 

“You should know that people are composing auto complete song lyrics and getting robots to write fiction.” Mais sobre o tema aqui:  Bad Pitch Blog

Este conteúdo foi seleccionado por Patrícia Miranda Corrêa para o blogue A Teoria do Q.